Palestra, workshop e imersão in-company para times que precisam sair do "testei uma vez e achei legal" e chegar em trabalho real feito com IA. Claude Code, Codex, Claude Cowork e agentes rodando em um caso da sua operação, não em exemplo de slide.
Panorama honesto de IA aplicada para liderança e time. Evento, convenção ou reunião geral.
Turma com o ambiente aberto, executando em caso real. Até 20 pessoas.
Do primeiro comando ao primeiro fluxo em produção, com critério de aceite.
Encontro mensal para sustentar o hábito, corrigir rota e subir o nível do time.
Todo mundo tem login. Poucos mudaram como o dia funciona. A IA vira consulta ocasional para escrever e-mail, e o processo que consome a semana segue exatamente como era.
Prompt copiado de post, resposta genérica, revisão manual do começo ao fim. O tempo economizado na escrita volta inteiro na conferência. Aí o time conclui que "não funciona".
Sem medida antes e depois, ganho de IA vira sensação. Na hora de renovar o investimento, sobra anedota de quem gostou e reclamação de quem não usou.
Do primeiro comando ao trabalho com múltiplos passos: contexto de repositório, subagentes, revisão de diff e o que nunca delegar sem ler.
Delegação de tarefa de código, leitura crítica do que voltou, execução em paralelo e critério para aceitar ou descartar a entrega.
Trabalho com agentes fora do código: pesquisa, documento, planilha, análise e rotina de escritório com resultado conferível.
Contexto, exemplo, critério de aceite e avaliação. A diferença entre o prompt que impressiona uma vez e o que roda todo dia sem vigilância.
Onde um agente resolve, onde um fluxo simples resolve melhor e mais barato, e como decidir sem virar refém da moda do mês.
Como preparar a base de conhecimento da empresa para ser lida por IA, e por que resposta ruim quase sempre é contexto ruim.
Dado sensível, permissão, o que não pode ser enviado a um modelo, registro de uso, revisão humana e o que a LGPD exige da operação.
Baseline antes, indicador depois. Como provar, ou desmentir, o retorno de IA sem depender de percepção de quem gostou mais.
Conversa curta com quem lidera e leitura do que o time já usa hoje. Define nível da turma, casos que valem a pena e o indicador que será medido.
Sem deck de prateleira. Os exemplos saem do negócio de vocês, com os dados e os processos que a turma reconhece na hora.
Cada participante executa. Erra, corrige e vê funcionando. O que não roda na sala tem pouca chance de rodar depois, sozinho.
O indicador combinado no diagnóstico é lido de novo. Sem baseline anterior não existe prova de ganho, e a gente prefere dizer isso antes de começar.
A Growmate mantém agentes de IA em produção atendendo, qualificando e medindo conversas de clientes reais todos os dias. Os mesmos ambientes que aparecem na formação, Claude Code, Codex, Cowork e orquestração de agentes, são os que sustentam a operação aqui dentro.
Por isso a aula inclui a parte que raramente aparece em conteúdo de internet: onde o resultado degrada, quanto custa de verdade, o que exige revisão humana e quais atalhos cobram caro depois.
Somos Tech Provider oficial da Meta e trabalhamos com o princípio de medir antes de prometer. Vale para o que entregamos ao cliente e vale para o que dizemos em sala.
Me conta o tamanho do time, o nível de uso hoje e o que precisa mudar. Em uma conversa curta a gente define formato, recorte de conteúdo e o que vai ser medido depois.